Como "de costume", acordei cedo e cai na estrada.
Interessante as mudanças que ocorrem com nosso organismo durante o processo de "desligamento" de rotinas. A natureza aflora. Torna-se automático dormir e acordar cedo.
E assim sendo, aproveitei para admirar o raiar do dia com névoa tradicional na região.
Momento de conexão e contemplação...
Caxias do Sul.
Uma parada para comprar frutas e degustar guloseimas da região
Isto que chamo de qualidade de vida. Proprietários da barraca de frutas têem casa de veraneio a passos de seu negócio, respiram ar puro e um mirante de tirar o fôlego.
Em Nova Petrópolis paradinha básica para alongar, apreciar a vista e tomar um bom capuccino.
E a Br 116 se mostrando cada vez mais encantadora...
Achei interessante a quantidade de pessoas a beira da estrada nas cidades que passei. Famílias inteiras se reunem para tomar chimarrão e observar o movimento.
Evitei entrar em POA.
Parei no posto da polícia Rodoviária para obter informações, mas o policial pareceu-me muito ocupado catando moscas.
O jeito foi entrar no primeiro posto de combustível no caminho e um irmão de estrada filósofo (Gilberto Fanti) passou-me valiosas dicas. Obrigado meu amigo.
Orientou-me onde dormir com tranquilidade e informações sobre o melhor percurso a seguir. Sai da 116 e segui pela 290.
E o dia estava chegando ao fim, muito bem aproveitado.
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No cair da noite cheguei ao posto de combustível no trevo de entrada da cidade de Pantano Grande e Encruzilhada do Sul, por onde fiquei.
Foram cerca de 450 km e 14 horas de estrada no dia. Inúmeras fotos, locais, pessoas, aromas, temperaturas, sensações, sabores...
Hora de descansar para novas aventuras no dia seguinte.
Foram cerca de 450 km e 14 horas de estrada no dia. Inúmeras fotos, locais, pessoas, aromas, temperaturas, sensações, sabores...
Hora de descansar para novas aventuras no dia seguinte.